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November 13, 2019

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Corretor é extremamente importante para a evolução do mercado

16/10/2019

 

A CNseg também marcou presença no 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros. A entidade tinha um estande na Exposeg e o presidente, Marcio Coriolano, participou do painel “Os caminhos para a retomada do crescimento e a reforma da Previdência”.

 

Coriolano elogiou o papel relevante do corretor de seguros e deixou claro que sem esses profissionais- ao lado da adesão voluntária da sociedade brasileira aos diversos planos de seguros – não seria possível ao mercado manter sua resiliência durante os piores anos da crise ou do baixo crescimento, alcançando taxas sempre melhores que a do PIB, nem atingido os  R$ 1,3 trilhão em ativos garantidores.

 

Ele disse que a desburocratização, desregulamentação, enxugamento e eficiência do Estado podem colocar o mercado segurador no protagonismo da recuperação econômica. Segundo Coriolano, um novo ciclo de investimentos em infraestrutura no Brasil, a democratização do sistema financeiro, as novas fronteiras tecnológicas, a criação de um novo ambiente de negócios mais em linha com os padrões de economias liberais criam as precondições para alavancar o desenvolvimento e, em consequência, novos negócios para o mercado segurador.

 

Segundo o dirigente, a equipe econômica vem adotando medidas que historicamente o País precisava. Como exemplos, citou o ajuste fiscal e “a manutenção obsessiva dos fundamentos econômicos, ancorados em boas políticas fiscal, monetária e cambial, entre as ações do cordão sanitário criado que reúne as melhores práticas”.

 

O presidente da CNseg lembrou ainda que o mercado marginal é o assunto grave que envolve a Susep, o Executivo, o Legislativo e o também o Judiciário. “Não se trata de concorrência e de que é preciso que o nosso mercado formal de seguros se ajuste a preços. Essa concorrência não está se fazendo com base em cálculos técnicos, nem de margens nem de carregamentos, mas está se fazendo pela ausência absoluta de recolhimento de impostos aos cofres públicos, entre outras práticas danosas”, assinalou.

 

O painel contou também com a participação da superintendente da SUSEP, Solange Vieira, que ressaltou que o mundo passa por mudanças e é preciso mudar nessa direção, utilizando a tecnologia como aliada. “No futuro, não existirá mais setor de vendas se o produto não estiver no celular e precisamos estar preparados para esse novo processo produtivo que se coloca”, afirmou. E para acelerar esse processo, disse que a apólice eletrônica e os seguros temporários e intermitentes serão importantes aliados.

 

A superintendente também destacou que o Estado brasileiro é o maior segurador do Brasil, visto ser o fornecedor do seguro saúde (por meio do SUS), do seguro desemprego, do seguro de acidente de trabalho e de previdência, entre outros, afirmou que está na hora de se começar a incentivar o setor privado a suprir esses seguros. “O governo só deve estar onde o setor privado não consegue estar ou onde precisa estar por questões sociais”.

 

No mesmo painel ainda esteve presente o secretário Especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Ele afirmou que, este ano, o Brasil alcançará um déficit em seu sistema previdenciário beirando R$ 300 bilhões e que há um nexo causal entre a reforma da Previdência e o crescimento econômico. E “quando há crescimento econômico, há crescimento de empregos, de renda e de negócios e o negócio do seguro se integra perfeitamente neste ambiente”, disse.

 

O secretário apresentou uma série de ações, além da reforma da Previdência, visando reduzir esse déficit e, assim, trazer benefícios à população e, sobretudo, aos mais pobres.

 

No debate, o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser, afirmou que a reforma da Previdência propiciará a diminuição da dívida pública e a retomada dos investimentos estrangeiros, destravando o crescimento do País. Entretanto, ele acredita que um dos maiores benefícios dessa discussão seja fazer a população entender que o Governo não opera milagres, como a falta de cultura sobre educação financeira leva a crer.

 

Ele afirmou que a reforma em curso é a possível, disse acreditar que será o primeiro grande passo para a transformação do sistema como um todo e para que seja retomada a crença dos brasileiros em nosso País.

 

Nasser defendeu que os processos digitais melhorarão os processos e o atendimento, gerando mais fluidez e conveniência. Entretanto, disse ele, continuaremos fundamentalmente analógicos na figura do corretor de seguros e seu contato indispensável com os clientes. “Enquanto houver o contato humano, continuaremos a precisar do corretor de seguros”, concluiu.

 

Também estiveram presentes no painel o presidente da Fenacor, Armando Vergílio; o presidente Sincor-Bahia, Wanderson Nascimento; o representante do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Rogério Carvalho; o deputado federal, Lucas Vergílio; presidente da Escola Nacional de Negócios, Robert Bittar.

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