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Seguradoras pretendem impulsionar vendas com cobertura personalizada

11/03/2019

 

Adaptações nas linhas de assistências e serviços oferecidos a um maior número de parcerias também devem ser vistos no mercado

 

O DCI relata que as seguradoras independentes trarão coberturas mais personalizadas para impulsionar a venda de seguros. Além disso, adaptações nas linhas de assistências e serviços oferecidos e um maior número de parcerias também devem ser vistas no mercado.


Nas apólices para pessoas físicas, por exemplo, a mira das companhias está nos ramos elementares, especificamente nos seguros de automóveis, residenciais e até mesmo nos patrimoniais – este último, mais voltado para as pequenas e médias empresas (PMEs).


Segundo os últimos dados da Confederação Nacional de Seguros (CNseg), por exemplo, a arrecadação da indústria com o produto de automóveis somou R$ 35,9 bilhões em 2018, um aumento de 5,9% em comparação ao registrado em 2017 (R$ 33,9 bilhões).“Em 2018 trouxemos produtos mais personalizados, principalmente para tentarmos captar uma parcela de clientes que não estava contemplada. A tentativa é reconhecer a necessidade dos segurados e adaptar nossas apólices para eles”, esclareceu o diretor de controladoria da HDI Seguros, Wilson Roberto Alvez.


Na HDI, a emissão de prêmios registrou crescimento de 13,2% no seguro de automóveis em 2018 contra o ano anterior, enquanto o residencial mostrou alta de 34,8%. O movimento também foi visto na SulAmérica, por exemplo, que registrou avanço de 12,2% nos ramos elementares, enquanto o produto auto teve aumento de 5,2%, na mesma relação.


Na Liberty Seguros, o segmento residencial subiu 23,4%, enquanto o auto teve ganho de 10,7% em 2018 frente ao visto em 2017. Na Porto Seguro, por sua vez, o avanço foi de 4% nas coberturas de automóveis e de 3,9% nos prêmios auferidos de seguros patrimoniais em igual comparação.


De acordo com o diretor geral da Porto Seguro, Marcelo Picanço, esses dois produtos devem continuar a ser o destaque nos resultados operacionais da seguradora. “Ainda temos alguma otimização para fazer no nosso portfólio de produtos. O objetivo é adequar nossa grade de assistências e proteção de seguros para o perfil de cada cliente”, disse.


Segundo a CNseg, a arrecadação total do mercado com seguros patrimoniais somou R$ 12 bilhões em 2018, volume 10,1% maior do que o registrado em 2017 (R$ 10,9 bilhões). Já segundo a Superintendência de Seguros Privados, as apólices residenciais subiram 12,8% na mesma comparação, de R$ 2,7 bilhões para R$ 3 bilhões.


Picanço reitera que a volta da confiança do empresariado e a melhora do emprego também podem impulsionar a demanda das PMEs. “A dificuldade dessas empresas ainda está em ter sobra de caixa para fazer seguro, mas elas reagem bem à retomada econômica e devem trazer maior elasticidade na demanda de seguros ao longo deste ano”, completa.


Da mesma forma, o movimento de adaptação dos seguros para produtos mais personalizados e adequados ao perfil do cliente também pode ser visto nas seguradoras mais especializadas em riscos corporativos. É o caso da Tokio Marine, por exemplo, que em 2018 registrou o melhor ano da carteira de pessoas jurídicas na história da companhia em termos de resultado operacional. Na Austral Seguradora, por sua vez, a área Energy (óleo e gás), as operações de riscos marítimos e os seguros de garantia foram os destaques no resultado anual da seguradora.


“No último ano, fizemos sucesso na venda de novas coberturas e na busca de maior espaço no território nacional. Para 2019, estamos muito otimistas para os setores Energy e de riscos marítimos”, afirmou o responsável por esses setores na Austral, Thiago Nazega.


“Estamos otimistas para a agenda do Brasil que deve impulsionar os investimentos em infraestrutura e, consequentemente o seguro garantia. Ao mesmo tempo, também nos preparamos para entrar no setor de responsabilidade civil. Teremos um 2019 de projetos concretizados”, complementou a diretora técnica da Austral, Cláudia Ribeiro.

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