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Tragédia no Flamengo: Seguro é uma exigência para que o clube tenha o certificado formador sobre o atleta

11/02/2019

 

Em entrevista exclusiva ao CQCS, Liciane da Luz, especialista em Seguros de Atletas, destacou as possíveis garantias que podem ser acionadas em casos como o do incêndio no “Ninho do Urubu” – centro de treinamento do Flamengo – que causou a morte de 10 pessoas e ferimentos em outras três no dia (08/02).

 

Segundo ela, o setor está limitado a dar coberturas a partir de 14 anos, na apólice de seguro de vida. “Até essa idade consegue atender a assistência funeral normalmente. Acima dessa idade têm direito a indenização do capital contratado de seguro de vida”, explicou a corretora.

 

Ele ressaltou ainda que, como não existem contratos profissionais vinculados, neste caso, a cobertura geralmente é feita para morte, Invalidez total ou parcial por acidente e despesas médicas hospitalares e odontológicas.

 

Lidiane da Luz lembrou que o seguro de vida é, inclusive, uma exigência para que o clube tenha o certificado de clube formador e possa ter direito a um percentual de todas as transações na carreira do atleta. “O seguro de vida é feito pelo clube, que tem vários requisitos que devem atender. O seguro de vida é um deles”, frisou.

 

Além disso, a especialista observou que, no Brasil, já há um produto específico para esse público. A apólice é uma junção de seguros de vida e de responsabilidade civil. Neste caso, o que o clube não puder indenizar via apólice de seguro de vida, poderá atender pela responsabilidade civil em caso de reclamação judicial ou notificação. É um produto bem abrangente, feito exatamente para atender a esse cenário”, assegurou.

 

A corretora acrescentou que, neste primeiro momento, o clube deve acionar seus corretores para gerenciar a crise, cuidar dos funerais e orientar e amparar de familiares. “Nenhuma empresa ou clube está preparado para trabalhar em tragédias. O corretor tem orientação para isso”, argumentou.

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