Setor de seguros é resistente a crises

23/05/2018

 

A Coluna do Broadcast, do Estadão, relata que os acontecimentos da semana geraram revisões de expectativas entre agentes do mercado e foram vistos por muito deles como divisores de águas. O rendimento dos Treasuries, títulos da dívida pública dos Estados Unidos, subiu, em razão da expectativa de maior aperto monetário naquele país, assim como avançou o dólar em relação às moedas de países emergentes. Em todo o mundo, o que se viu foi um movimento conhecido no mercado financeiro como “flight to quality” ou “voo para a segurança”, em português.

 

Os comentários foram pessimistas – o cenário no exterior mudou bastante e, internamente, as incertezas quanto às eleições presidenciais e à recuperação da economia apenas agravaram o quadro. Em meio a todo o imbróglio, o Banco Central decidiu manter a taxa Selic, à revelia das expectativas de parcela considerável dos agentes do mercado. Esse fato gerou desconforto e perdas em fundos de investimentos, uma vez que o BC havia sinalizado um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa de juros.

 

O momento é de proteção, na visão dos analistas. A Terra Investimentos, por exemplo, trocou Cosan por BB Seguridade em sua carteira de investimentos. A crença é de que o setor de seguros é resistente a crises. Além disso, a empresa conta com uma sinergia com a área de varejo do seu controlador, o Banco do Brasil.

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