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Seguro para pagar contas cresce na crise

10/05/2018

 

 

Apólices cobrem custos com condomínio, mensalidade escolar e prestação de loja em caso de perda de renda

 

A alta taxa de desemprego do País — são 13,7 milhões de pessoas à procura de trabalho — aumentou a contratação e o uso de seguros que cobrem o pagamento de contas em caso de perda de fonte de renda. Há produtos para resguardar desde a cota do condomínio até a mensalidade do curso universitário. De acordo com seguradoras e especialistas, quem contrata não quer apenas evitar a inclusão do seu nome no cadastro de devedores, mas, principalmente, manter a rotina da família, reduzir o risco de interrupção dos estudos ou de comprometimento do imóvel com dívidas em caso de desemprego. Instituições de ensino, imobiliárias e redes de varejo também passaram a ofertar esse tipo de seguro aos consumidores para se proteger da inadimplência.

 

Os modelos de acionamento de seguros e a abrangência de coberturas varia muito entre produtos e seguradoras, o que requere uma atenção maior na hora de fechar um contrato, diz José Varanda, professor e coordenador da graduação de Gestão de Seguros da Escola Superior Nacional de Seguros. Ele alerta que, na maioria das vezes, o seguro para desemprego ou perda de renda é uma cobertura adicional de apólices para caso de morte ou invalidez.

 

“É preciso ler o contrato com atenção e verificar o que está incluído no seguro, por quanto tempo haverá cobertura e em que casos, além do valor previsto de indenização. Também é necessário fazer a conta para ver se o valor desembolsado não será muito próximo ao do bem”, explica Varanda.

 

Procura alta na educação
 

A venda do seguro não deve ser feita juntamente com a compra ou contratação de produto ou serviço pelo consumidor. O varejista não pode obrigar quem compra um televisor, por exemplo, a adquirir seguro de crédito para cobrir o pagamento das prestações restantes caso perca o emprego antes de quitar todas as parcelas. A venda casada é uma prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

 

Segundo Varanda, o seguro educacional é o mais requisitado por pessoas que tem perda de renda, nos últimos três anos. Ele explica que os jovens são os mais afetados pelo desemprego.

 

Nesse tipo de seguro, geralmente, a instituição de ensino contrata o produto de uma seguradora e, depois, cobra uma cota na prestação do aluno, para garantir o pagamento da mensalidade entre seis meses e todo o ano letivo, em caso de morte, invalidez ou perda de renda do responsável.

 

O contrato do seguro que prevê o pagamento do condomínio em caso de perda de renda geralmente é feito pelas imobiliárias. Tanto inquilinos quanto donos de imóveis podem contratá-lo. O consultor Marcos Henrique dos Santos Bello contratou uma apólice há alguns anos temendo a perda de renda, já que a natureza do seu trabalho não lhe traz estabilidade financeira. Em 2017, ele precisou lançar mão da apólice pela primeira vez, ao fim de um contrato de trabalho que tinha duração de dois anos.

 

“O custo-benefício é muito bom. Pago R$ 7,78 por mês, e meu condomínio custa R$ 426. Ano passado, tive seis meses de condomínio pagos integralmente pelo seguro, quando meu contrato de trabalho foi encerrado”, explica Bello.

 

 

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